
Classificação e Resultados (sempre actualizados)
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Comentário ao Jogo da 16ª Jornada - Por Rui Garrido
G. C. Urrô 2–2 ACD Azagães
GC Urrô: Tiago (g. r.), Tonito (1), Sebastião, Quim (Cap.) e Zézito “Wonderkid”.
Outros Jogadores: Carlos José (g. r.), N. Costa, Simão, Ricardo e Vítor Soares (1).
Treinador: Paulo Brandão.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Tonito (18’), Quim (35’) e N. Costa (38’).
Cartões Vermelhos: Sebastião (36’).
ACD Azagães: Henrique (g. r.) (Cap), Tono, Beto, “Paulito” (2) e Jacob.
Outros Jogadores: “Farinha” (g. r.), Paulo, Ramires, “Lipi” e Bruno.
Treinador: António Pinheiro.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Nada a registar.
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
Equipa de Arbitragem: Sérgio Camboa (1º Árbitro)
João Campos (2º Árbitro)
Vítor Alves (3º Árbitro / Cronometrista)
Ao Intervalo: 0-0
Jogo no passado dia 16 de Fevereiro, Sábado, pelas 18h, no Pavilhão Municipal de Arouca.
1ª Parte
Na 1ª Volta a equipa do GC Urrô tinha sido vergada a uma pesadíssima derrota, a maior desta época, 10-4 no Pavilhão da Casa do Povo de Cesar, palco dos jogos em casa da equipa de Carregosa.
Na altura o GCU ainda estava desfalcado devido a lesões e castigos e o resultado também foi muito injusto, porque em caso de derrota, esta a acontecer teria de ser por uma margem nunca superior a dois golos e não o verificado: 6 golos de diferença. Portanto nesta 2ª Volta o GCU queria mostrar que muita coisa tinha mudado desde o já longínquo dia 28 de Outubro ’07, muito trabalho já tinha sido feito, as melhorias já se podem ver e daí este GCU já não ser o mesmo que era no início da época.
Aos 5’, Sebastião a aproveitar a sobra e remata por cima.
Aos 8’, Tiago evita um golo certo.
Aos 11’ e aos 14’, mais duas excelentes intervenções para Tiago, magnífico.
Aos 17’, “Paulito” isolado remata ao lado, que falhanço. Intervalo.
2ª Parte
Aos 23’, Tiago mais uma defesa, desta vez com uma sapatada na bola, desvia-a para canto.
Aos 25’, Vítor Soares tem um rasgo genial, desmarcação excelente e na cara do Guardião Henrique tem a frieza e a rapidez de desviar a bola com um toque subtil pelo meio das pernas do g. r., fazendo assim o túnel, 1-0, estava assim aberto o activo.
Aos 26’, Tiago sai perante um adversário que seguia isolado, e indo ao seu encontro desarma-o com os pés. Meu Deus, que classe este miúdo, tem uma coragem e um instinto felino de fazer inveja a qualquer g. r..
Aos 27’, Tiago por duas vezes novamente a evitar males maiores.
Aos 29’, o Azagães marca um canto, a bola é colocada à entrada da área à disposição de “Paulito” que desfere um remate forte e colocado para o 1-1.
Aos 30’, o Capitão Quim por duas vezes quase marca, faltou uma pontinha de sorte.
Aos 32’, “Paulito” bisa na partida, oportuno à entrada da área a culminar uma jogada de puro contra-ataque. 1-2.
Aos 33’, Tonito manda uma bomba mas a bola é interceptada por um defesa opositor e é desviada para canto.
Aos 34’, Tiago com uma estirada defende para canto.
Aos 35’, Zézito “WonderKid” isolado remata ao lado, mais uma incrível perdida para o GCU, era o subconsciente e os nervos a falarem mais alto.
Aos 39’, quando o público presente já começava a acreditar que o resultado estava feito e achava impossível uma resposta com êxito, o próprio Azagães já pensava ter o pássaro na mão e o jogo ganho e controlado, eis que o GCU consegue conquistar um lançamento face à pressão por si exercida. Nesse lançamento cobrado a pouco mais do meio-campo. Este é marcado com um toque muito curto para Tonito que sem ninguém prever, de surpresa e sem preparação desfere mais uma das suas bombas. O g. r. Henrique preparava-se para a agarrar e defender a bola junto ao poste mas esta segue com tal potência que lhe passa entre as mãos, entra na baliza, bate violentamente nas redes e volta a sair para o recinto de jogo. Que furacão, era o 2-2, Tonito empata a partida, justiça no marcador. No minuto seguinte as equipas não conseguiram levar perigo às balizas adversárias. Final da partida. O resultado aceita-se. O resultado aceita-se. De salientar que já é o 2º jogo consecutivo que Tonito mesmo ao cair do pano consegue marcar um golo e empatar a partida, já assim tinha sido em Castelo de Paiva. Parabéns e obrigado rapaz.
Comentário ao Jogo da 15ª Jornada - Por Rui Garrido
A. D. C. Bairros 4 –4 G.C. Urrô
A. D. C. Bairros: Adriano (g. r.), Sousa, Márcio, Nuno (Cap.) e André “Preto” (1 p. b.) (1).
Outros jogadores: Bruno (g. r.), Maia, “Vilas” (1), Miguel (1), “Russo” e Paiva (1).
Treinador: Vítor Vasconcelos.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Paiva (13’) e Miguel (36’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
GC Urrô: Tiago (g. r.), Tonito (1), Sebastião, Simão e Quim (Cap.).
Outros Jogadores: N. Costa, Vítor Soares, Ricardo (2) e Zézito “WonderKid”.
Treinador: Paulo Brandão.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Ricardo (35’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
Equipa de Arbitragem: Custódio Sá (1º Árbitro)
Valter Pinho (2º Árbitro)
Bruno Sá (3º Árbitro / Cronometrista)
Ao Intervalo: 0-2
Jogo no passado dia 09 de Fevereiro, Sábado, pelas 21h, no Pavilhão das Municipal de Castelo de Paiva.

1ª Parte
A equipa do GCU deslocou-se a Castelo de Paiva para defrontar a equipa local do ADC Bairros, uma instituição com mais de 50 anos. Na 1ª Volta, aquando da visita do Bairros a Arouca, tinham saído daqui com uma Vitória tangencial (3-4) e pouco melhor tinham sido e feito que a equipa do GCU que nessa altura ainda tinha jogado muito desfalcada devido às lesões e castigos que a equipa atravessava. Por isso este 2º jogo entre estas duas formações era aguardado com serenidade e alguma perspectiva. O que o GCU seria capaz de ir fazer a Paiva? Um bom resultado ou sofrer uma pesada derrota e ser goleado pelo actual 7º Classificado?
A resposta e de forma rápida, teve-a quem lá foi ver o jogo.
Logo aos 2’, Tonito remata mas o g. r. Adriano defende. Nesse mesmo minuto houve ainda tempo para o Bairros mostrar a sua força e logo por duas vezes: 1º Tiago defende, já no 2º lance viu a bola embater num dos seus postes com estrondo.
No minuto seguinte, aos 3’, num ataque do GCU, com muita rapidez e pressão, André “Preto” na tentativa de cortar uma bola direccionada para a sua baliza, não foi feliz e fez auto-golo, colocando a bola dentro da sua própria baliza. 0-1 e os forasteiros adiantavam-se assim no marcador.
Aos 5’, substituição na equipa do GCU, sai o Capitão Quim, entra Ricardo, o melhor goleador da equipa. Ele entra, corre, desmarca-se, isola-se e na primeira vez que toca na bola, o que é que faz? O que é que se pode fazer com apenas dois toques na bola? Com um primeiro puxa-se a bola para o lado, desviando o g. r. do seu caminho. E com um segundo toque faz mais um golo. 0-2, meu Deus que maldade este golo.
Aos 9’, grande defesa de Tiago, que sozinho frente-a-frente com dois adversários conseguiu levar a melhor e evitar o golo. Os jogadores paivenses numa situação de dois para um não conseguiram desfeitear o guardião arouquense. Este foi um arranque para uma exibição de encher o olho. Tiago na baliza equipara-se a um felino no seu habitat natural. Saltos e reflexos não são problemas para ele.
Aos 10’, novamente Tiago a brilhar.
Aos 13’, Sebastião isola-se e frente a frente com Adriano desfere um remate, mas este consegue defender com o tronco. No mesmo minuto Tiago mais uma vez a ter de intervir.
Aos 18’, a dupla “WonderKid”/Vítor Soares a funcionar muito bem e por muito pouco não conseguiram finalizar com êxito a jogada que construíram.
Aos 19’, Zézito “Wonderkid” em jogada individual inicia um slaloom no meio campo, finta dois adversários, senta-os e quase marca, valeu o guardião Adriano que se opôs muito bem. Se a Ferrari sabe da sua existência ainda bem buscar o puto-maravilha. É que ele ligando o Turbo é um autêntico terror para as defesas adversárias. Foi um regalo vê-lo a tornear os adversários, com sucessivas fintas e mudanças de velocidade à mistura. Penso que quem quiser saber o significado do temo inglês “WonderKid” não precisa de consultar um Dicionário, basta ir vê-lo jogar. Mais palavras para quê?
Intervalo.
2ª Parte
Neste 2º tempo a equipa paivense entrou determinada em mudar o rumo dos acontecimentos e logo no reinício da partida, mais concretamente aos 23’, Paiva reduz para 1-2. Começava aqui uma avalanche ofensiva do Bairros, que adquiria confiança e sentia-se galvanizado com o tento obtido. Por sua vez o Urrô começava a mostrar fragilidades nunca antes vistas, pois tinha realizado uma 1ª Parte imaculada e irrepreensível. Neste início de 2ª Parte começou a apresentar um grande desnorte e muita intranquilidade.
Mesmo assim um minuto depois, aos 24’, o Capitão Quim a passe de Tonito tem uma perdida incrível.
Aos 25’, chega o 2-2 por intermédio de “Vilas”. No mesmo minuto e após a bola ter ido ao centro do meio-campo, Sebastião do meio da rua quase marca.
Aos 26’, o Bairros por duas ocasiões criou muito perigo, ambas as vezes por intermédio de Paiva. Na 1ª situação isolado remata para defesa de Tiago. Na 2ª situação a bola chega mesmo a roçar num dos postes da baliza.
Aos 27’, Sebastião em óptima posição para marcar, remata ao lado.
Aos 29’, “Vilas” envia o esférico ao poste.
Aos 30’, Tiago evita o golo em cima da linha. Mas agarra, segura e lança o contra-ataque. Ricardo recebe, domina e fuzila. Fez o que quis e o que bem entendeu com a bola. 2-3, bis de Ricardo, implacável nestes lances, um predador nato. Ainda no minuto 30’, a bola depois de ir ao centro é recuperada pelo GCU e é colocado nos pés de Ricardo. Este finta o g. r., ultrapassa-o mas remata já em desequilíbrio e de um ângulo mais difícil, a bola atravessa toda a área e sai muito junto ao poste. Era o lance que poderia matar o jogo, mas não o foi… para sorte do ADC Bairros.
Aos 31’, mais uma belíssima defesa de Tiago, desta vez a dois tempos, mas completa.
Aos 32’, Tonito dispara mas a bola sai ao lado.
Aos 35’, André “Preto” faz o 3-3.
Aos 36’, Miguel faz o 4-3, a reviravolta a acontecer.
Aos 38’, ataque do GCU, a bola chega aos pés de Vítor Soares e este faz um passe rápido e preciso para à entrada da área aparecer o “Bombardeiro” Tonito a fuzilar completamente o g. r. Adriano que nem sequer viu a bola passar, apenas sentiu uma aragem, era o vento provocado pela deslocação da bola. 4-4, que raça, coragem e determinação. Justiça feita e ainda algum tempo para tentar obter mais um golo. O que não viria a acontecer. Final da partida. Jogou-se uma boa partida de Futsal, um jogo sempre muito vivo, emotivo e motivador, ou seja, um óptimo e verdadeiro espectáculo.
A. D. C. Bairros: Adriano (g. r.), Sousa, Márcio, Nuno (Cap.) e André “Preto” (1 p. b.) (1).
Outros jogadores: Bruno (g. r.), Maia, “Vilas” (1), Miguel (1), “Russo” e Paiva (1).
Treinador: Vítor Vasconcelos.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Paiva (13’) e Miguel (36’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
GC Urrô: Tiago (g. r.), Tonito (1), Sebastião, Simão e Quim (Cap.).
Outros Jogadores: N. Costa, Vítor Soares, Ricardo (2) e Zézito “WonderKid”.
Treinador: Paulo Brandão.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Ricardo (35’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
Equipa de Arbitragem: Custódio Sá (1º Árbitro)
Valter Pinho (2º Árbitro)
Bruno Sá (3º Árbitro / Cronometrista)
Ao Intervalo: 0-2
Jogo no passado dia 09 de Fevereiro, Sábado, pelas 21h, no Pavilhão das Municipal de Castelo de Paiva.
1ª Parte
A equipa do GCU deslocou-se a Castelo de Paiva para defrontar a equipa local do ADC Bairros, uma instituição com mais de 50 anos. Na 1ª Volta, aquando da visita do Bairros a Arouca, tinham saído daqui com uma Vitória tangencial (3-4) e pouco melhor tinham sido e feito que a equipa do GCU que nessa altura ainda tinha jogado muito desfalcada devido às lesões e castigos que a equipa atravessava. Por isso este 2º jogo entre estas duas formações era aguardado com serenidade e alguma perspectiva. O que o GCU seria capaz de ir fazer a Paiva? Um bom resultado ou sofrer uma pesada derrota e ser goleado pelo actual 7º Classificado?
A resposta e de forma rápida, teve-a quem lá foi ver o jogo.
Logo aos 2’, Tonito remata mas o g. r. Adriano defende. Nesse mesmo minuto houve ainda tempo para o Bairros mostrar a sua força e logo por duas vezes: 1º Tiago defende, já no 2º lance viu a bola embater num dos seus postes com estrondo.
No minuto seguinte, aos 3’, num ataque do GCU, com muita rapidez e pressão, André “Preto” na tentativa de cortar uma bola direccionada para a sua baliza, não foi feliz e fez auto-golo, colocando a bola dentro da sua própria baliza. 0-1 e os forasteiros adiantavam-se assim no marcador.
Aos 5’, substituição na equipa do GCU, sai o Capitão Quim, entra Ricardo, o melhor goleador da equipa. Ele entra, corre, desmarca-se, isola-se e na primeira vez que toca na bola, o que é que faz? O que é que se pode fazer com apenas dois toques na bola? Com um primeiro puxa-se a bola para o lado, desviando o g. r. do seu caminho. E com um segundo toque faz mais um golo. 0-2, meu Deus que maldade este golo.
Aos 9’, grande defesa de Tiago, que sozinho frente-a-frente com dois adversários conseguiu levar a melhor e evitar o golo. Os jogadores paivenses numa situação de dois para um não conseguiram desfeitear o guardião arouquense. Este foi um arranque para uma exibição de encher o olho. Tiago na baliza equipara-se a um felino no seu habitat natural. Saltos e reflexos não são problemas para ele.
Aos 10’, novamente Tiago a brilhar.
Aos 13’, Sebastião isola-se e frente a frente com Adriano desfere um remate, mas este consegue defender com o tronco. No mesmo minuto Tiago mais uma vez a ter de intervir.
Aos 18’, a dupla “WonderKid”/Vítor Soares a funcionar muito bem e por muito pouco não conseguiram finalizar com êxito a jogada que construíram.
Aos 19’, Zézito “Wonderkid” em jogada individual inicia um slaloom no meio campo, finta dois adversários, senta-os e quase marca, valeu o guardião Adriano que se opôs muito bem. Se a Ferrari sabe da sua existência ainda bem buscar o puto-maravilha. É que ele ligando o Turbo é um autêntico terror para as defesas adversárias. Foi um regalo vê-lo a tornear os adversários, com sucessivas fintas e mudanças de velocidade à mistura. Penso que quem quiser saber o significado do temo inglês “WonderKid” não precisa de consultar um Dicionário, basta ir vê-lo jogar. Mais palavras para quê?
Intervalo.
2ª Parte
Neste 2º tempo a equipa paivense entrou determinada em mudar o rumo dos acontecimentos e logo no reinício da partida, mais concretamente aos 23’, Paiva reduz para 1-2. Começava aqui uma avalanche ofensiva do Bairros, que adquiria confiança e sentia-se galvanizado com o tento obtido. Por sua vez o Urrô começava a mostrar fragilidades nunca antes vistas, pois tinha realizado uma 1ª Parte imaculada e irrepreensível. Neste início de 2ª Parte começou a apresentar um grande desnorte e muita intranquilidade.
Mesmo assim um minuto depois, aos 24’, o Capitão Quim a passe de Tonito tem uma perdida incrível.
Aos 25’, chega o 2-2 por intermédio de “Vilas”. No mesmo minuto e após a bola ter ido ao centro do meio-campo, Sebastião do meio da rua quase marca.
Aos 26’, o Bairros por duas ocasiões criou muito perigo, ambas as vezes por intermédio de Paiva. Na 1ª situação isolado remata para defesa de Tiago. Na 2ª situação a bola chega mesmo a roçar num dos postes da baliza.
Aos 27’, Sebastião em óptima posição para marcar, remata ao lado.
Aos 29’, “Vilas” envia o esférico ao poste.
Aos 30’, Tiago evita o golo em cima da linha. Mas agarra, segura e lança o contra-ataque. Ricardo recebe, domina e fuzila. Fez o que quis e o que bem entendeu com a bola. 2-3, bis de Ricardo, implacável nestes lances, um predador nato. Ainda no minuto 30’, a bola depois de ir ao centro é recuperada pelo GCU e é colocado nos pés de Ricardo. Este finta o g. r., ultrapassa-o mas remata já em desequilíbrio e de um ângulo mais difícil, a bola atravessa toda a área e sai muito junto ao poste. Era o lance que poderia matar o jogo, mas não o foi… para sorte do ADC Bairros.
Aos 31’, mais uma belíssima defesa de Tiago, desta vez a dois tempos, mas completa.
Aos 32’, Tonito dispara mas a bola sai ao lado.
Aos 35’, André “Preto” faz o 3-3.
Aos 36’, Miguel faz o 4-3, a reviravolta a acontecer.
Aos 38’, ataque do GCU, a bola chega aos pés de Vítor Soares e este faz um passe rápido e preciso para à entrada da área aparecer o “Bombardeiro” Tonito a fuzilar completamente o g. r. Adriano que nem sequer viu a bola passar, apenas sentiu uma aragem, era o vento provocado pela deslocação da bola. 4-4, que raça, coragem e determinação. Justiça feita e ainda algum tempo para tentar obter mais um golo. O que não viria a acontecer. Final da partida. Jogou-se uma boa partida de Futsal, um jogo sempre muito vivo, emotivo e motivador, ou seja, um óptimo e verdadeiro espectáculo.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Comentário ao Jogo da 11ª Jornada - Por Rui Garrido
G. C. Urrô 2–1 Oliveirense Futsal B
GC Urrô: Carlos José (g. r.), N. Costa, Simão, Sebastião (1) e Ricardo.
Jogaram ainda: Tiago (g. r.), Johny, Quim (Cap.), e Zézito “Wonderkid”(1).
Treinador: Paulo Brandão.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Carlos José (6’) e Simão (34’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
Oliveirense FC B: André (g. r.), “Pico”, Marcelo, Valter e “Nesgas”.
Jogaram ainda: Bruno Pinho (g. r.), Diogo, Joaquim, Álvaro, Ruben, Miguel e Joel.
Treinador: Jorge Garrido
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Marcelo (22’), Valter (27’), Ruben (29’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
Equipa de Arbitragem: Pedro Gomes (1º Árbitro)
Ramiro Pinho (2º Árbitro)
Filipe Santos (3º Árbitro / Cronometrista)
Ao Intervalo: 0-0
Jogo no passado dia 02 de Fevereiro, Sábado, pelas 18h, no Pavilhão Gimnodesportivo de Arouca.
Este era um jogo que para nada interessava, visto o cariz da partida. É lamentável e inacreditável que se interrompa um jogo quando apenas faltava cerca de 7’ de tempo útil para se jogar (precisamente 6’ 49’’). E quando já se havia jogado mais de 1h 15 minutos (sim, porque em tempo real é assim, a cada jogada e a cada lance em que a bola saia do campo ou que o árbitro interrompa, o cronómetro pára, à semelhança do que acontece num jogo de basquetebol ou de Hóquei em Patins, por exemplo) em tempo real, claro! Ou seja, acompanhem-me s. f. f. o meu raciocínio: se o jogo começa e está tudo bem, como é que passados cerca de 90 minutos, já não há condições para se continuar a praticar Futebol? Não se pode continuar a partida devido ao piso estar muito escorregadio, não me digam que os jogadores andaram a regar o piso no intervalo ou que então cuspiram no chão e deram lugar a uma cheia.
Sim senhor, é verdade que o piso estava em condições muito perigosas, muito escorregadio pois nesse fim de tarde-noite a chuva e a humidade relativa era tanta que havia água por todos os lados e dava-se o fenómeno da evapo-transpiração. O piso do Pavilhão ressoava e simplesmente apresentava um número elevado de gotículas acumuladas. Agora aquilo que esteve muito mal foi o seguinte: desde o início, a equipa de arbitragem devia de ter visto como é que se encontrava o piso. Sim, não devia só de olhar mas também de ver. É que são coisas completamente distintas e eles não andam nisto só há 2 dias! Desde o início que resolviam e bem adiar o jogo e aí estava tudo muito bem, decisão acertadíssima, mas não! Vai-se deixar jogar e depois dá no que der, “se não der pau, dá casqueira”, mas assim não pode ser. Mas como na 2ª Parte o (1º) Juiz da Partida escorregou e estatelou-se por duas vezes no chão (e viu que afinal doía) e aí já decidiu interromper a partida, dada a pressão de uma das equipas intervenientes no jogo. Tal já vinha ocorrendo desde o intervalo, visto já estarem em desvantagem na partida e depois com o avolumar do resultado a pressão exercida começou a subir, até que este não foi forte ao ponto de a suportar e daí resolveu ceder e interromper o jogo e consequentemente decidir sobre o seu adiamento.
Mas o pior ainda estava para vir, é que os regulamentos nestas situações são claríssimos: em casos com este, joga-se um novo encontro MAS APENAS O TEMPO QUE FICOU POR JOGAR (neste caso 6’ e 49’’) E COM O RESULTADO EM QUE SE ENCONTRAVA A PARTIDA AQUANDO DA SUA INTERRUPCÃO (4-1 favorável à equipa da casa, o GCU).
Só que por mais incrível que pareça nada disto aconteceu, nada disto se respeitou, mas a explicação deve ficar a cargo do Organismo Responsável pela aplicação das Leis e Regulamentos e de quem tutela esta Competição. Eu, assim como muitas mais pessoas, ainda não conseguimos perceber absolutamente nada do que se passou
Dado este acontecimento e todo este aparato, os atletas do GCU sentiam-se tão injustiçados. E com razão pois estavam a gozar com a cara deles e com todo o trabalho realizado no 1º jogo, o tal que foi interrompido.
1ª Parte
Aos 3’, o Capitão “Nesgas” quase marca.
Aos 7’, Ricardo remata ao lado.
Aos 11’, remate de Diogo, também ao lado.
Aos 15’, Quim quase marca, vale a defesa de André.
Aos 18’, Carlos José tem que se aplicar a remate de Joel.
2ª Parte
Aos 21’, tal como na 1ª Parte, foi o Capitão “Nesgas” a criar a primeira oportunidade de golo, mas o seu remate é encaixado por Carlos José.
Aos 22’, Zézito remata e o g. r. Bruno Pinho é obrigado a usar o corpo para evitar o golo.
Aos 23’, Ricardo remata em jeito, a bola descreve um arco e vai caprichosamente raspar da parte de fora do poste esquerdo da baliza de Bruno.
Aos 24’, Sebastião tira a bola de cima da linha de golo, era um golo certo. Valeu a prontidão e destreza do nº 9 arouquense a evitar o golo.
Aos 25’, Carlos José defende um remate perigoso de Valter. No mesmo minuto o g. r. Bruno Pinho vê-se atrapalhado com Ricardo que foi sempre uma seta apontada à sua baliza.
Aos 26’, fotocópia do minuto anterior, Ricardo e mais uma vez Bruno Pinho a soco.
Aos 27’, Sebastião remata forte, Bruno Pinho defende para canto.
Aos 30’, Ricardo de livre leva a bola a embater na trave.
Aos 31’, “Wonderkid” a chegar atrasado a um cruzamento e a falhar a emenda por escassos segundos e milímetros.
Aos 32’, Ricardo, mais uma vez, remata ao lado do poste.
Aos 33’, claramente contra a corrente do jogo, o Oliveirense por intermédio de Álvaro faz o 0-1, num lance em que o g. r. Carlos José estava no chão lesionado. Como o(s) árbitro(s) não interrompeu(eram) o jogo e no seguimento da jogada, com a baliza à sua mercê, totalmente desprotegida, foi só chutar lá para dentro.
Aos 34’, Simão remata, Bruno Pinho mais uma vez defende.
Aos 35’, numa jogada de ataque do Oliveirense, o nosso guardião Carlos José, que esteve muito interventivo e destemido durante todo o jogo, numa das suas saídas corajosas, a fim de evitar o golo, soca a bola mas não evita o choque duro e frontal com um opositor. E cai desprotegido no chão, perdendo os sentidos por breves instantes. Depois começou logo de pronto a se mexer e a recuperar os movimentos do seu corpo. Os BVA foram chamados de pronto pela funcionária do Pavilhão, estes mal chegaram acomodaram-no e transportaram-no primeiro para o Centro de Saúde de Arouca e mais tarde para o Hospital S. Sebastião, em Santa Maria da Feira, onde lhe foi prestado todo o apoio necessário a fim de comprovar o seu estado e despistar possíveis sequelas do choque e queda sofrida. O que se confirmou, afinal estava tudo bem com o atleta, foi apenas um susto, ele no dia seguinte já estava fazendo a sua vida completamente normal. É assim a vida de um Campeão que faz com que a equipa do GCU seja a 5ª defesa menos batida do seu Campeonato, com menos golos sofridos que algumas equipas que estão posicionadas à sua frente na Tabela Classificativa, o que é obra. Os meus sinceros Parabéns. Carlos continua a dignificar a equipa do GCU, pois estás a fazer um belíssimo trabalho e uma excelente época.
Aos 37’, Sebastião na conversão de um livre directo faz o 1-1. Restabelecida a igualdade, já mais do que merecida.
Aos 38’, Johny faz mais um remate perigoso, Bruno Pinho mais uma vez a valer à equipa de Oliveira de Azeméis. No mesmo minuto Zézito “Wonderkid” remata ao poste da baliza da Oliveirense. Um verdadeiro “Wonderkid”, esteve incansável no ataque do GCU fazendo jus à sua alcunha e à sua qualidade.
Aos 39’, o GCU tem uma boa iniciativa ofensiva. Sebastião conduz o esférico, passa para Ricardo, este dá para Quim que efectua o remate, a bola bate num poste e Zézito “Wonderkid” muito lesto, mais rápido do que tudo e do que todos a atirar para o fundo das redes. Era o 2-1, sofrido mas totalmente merecido, pelo que o GCU fez ao longo de toda a partida era justíssimo.
Foi um jogo muito emocionante e impróprio para cardíacos. O resultado só peca por escasso, dado o domínio avassalador da equipa arouquense durante todo o jogo, que venceu contra tudo e contra todos. Só espero é que o jogo não venha a ser repetido, pois alguns dos jogadores do GCU cometeram a asneira de molhar o cabelo durante o intervalo. Agora estamos todos a aguardar no caso de aparecer alguma decisão sobre uma possível repetição, não sermos apanhados desprevenidos.
Lamentavelmente o líder da equipa do Oliveirense proferiu umas palavras infelizes aquando do 1º jogo, quando este se preparava para ser interrompido e adiado ao dizer “nós assim não jogamos nestas condições, vocês também querem ganhar a todo o custo e de qualquer maneira”. Quanto a isso só tenho a dizer umas coisas, se o arrependimento matasse… e se a vergonha fosse algo que se pudesse ver, ele cavaria um buraco para se lá meter e esconder. É que muitas vezes a justiça tarda, mas chega. Os cães ladram mas a caravana passa. É lamentável este tipo de comportamentos que nada dignificam o espectáculo futebolístico e em nada contribuem para a formação dos jovens que o praticam, pois é um péssimo exemplo. E ainda para mais tinha logo de ter este sobrenome, não há condições, é que não é qualquer um que tem categoria para o envergar e assinar.
Mas falando de coisas importantes, foi a 4ª Vitória do GCU nos últimos 6 jogos, já se pode ver o Futebol praticado pela equipa do GCU. É que além de vistoso, bonito, alegre e cativo, é muito agradável de se ver. Já transparece o trabalho que foi feito neste quase meio ano de treinos e preparações. Penso que estamos todos de Parabéns, membros da equipa e massa associativa: Um bem-haja a todos.
GC Urrô: Carlos José (g. r.), N. Costa, Simão, Sebastião (1) e Ricardo.
Jogaram ainda: Tiago (g. r.), Johny, Quim (Cap.), e Zézito “Wonderkid”(1).
Treinador: Paulo Brandão.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Carlos José (6’) e Simão (34’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
Oliveirense FC B: André (g. r.), “Pico”, Marcelo, Valter e “Nesgas”.
Jogaram ainda: Bruno Pinho (g. r.), Diogo, Joaquim, Álvaro, Ruben, Miguel e Joel.
Treinador: Jorge Garrido
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Marcelo (22’), Valter (27’), Ruben (29’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
Equipa de Arbitragem: Pedro Gomes (1º Árbitro)
Ramiro Pinho (2º Árbitro)
Filipe Santos (3º Árbitro / Cronometrista)
Ao Intervalo: 0-0
Jogo no passado dia 02 de Fevereiro, Sábado, pelas 18h, no Pavilhão Gimnodesportivo de Arouca.
Este era um jogo que para nada interessava, visto o cariz da partida. É lamentável e inacreditável que se interrompa um jogo quando apenas faltava cerca de 7’ de tempo útil para se jogar (precisamente 6’ 49’’). E quando já se havia jogado mais de 1h 15 minutos (sim, porque em tempo real é assim, a cada jogada e a cada lance em que a bola saia do campo ou que o árbitro interrompa, o cronómetro pára, à semelhança do que acontece num jogo de basquetebol ou de Hóquei em Patins, por exemplo) em tempo real, claro! Ou seja, acompanhem-me s. f. f. o meu raciocínio: se o jogo começa e está tudo bem, como é que passados cerca de 90 minutos, já não há condições para se continuar a praticar Futebol? Não se pode continuar a partida devido ao piso estar muito escorregadio, não me digam que os jogadores andaram a regar o piso no intervalo ou que então cuspiram no chão e deram lugar a uma cheia.
Sim senhor, é verdade que o piso estava em condições muito perigosas, muito escorregadio pois nesse fim de tarde-noite a chuva e a humidade relativa era tanta que havia água por todos os lados e dava-se o fenómeno da evapo-transpiração. O piso do Pavilhão ressoava e simplesmente apresentava um número elevado de gotículas acumuladas. Agora aquilo que esteve muito mal foi o seguinte: desde o início, a equipa de arbitragem devia de ter visto como é que se encontrava o piso. Sim, não devia só de olhar mas também de ver. É que são coisas completamente distintas e eles não andam nisto só há 2 dias! Desde o início que resolviam e bem adiar o jogo e aí estava tudo muito bem, decisão acertadíssima, mas não! Vai-se deixar jogar e depois dá no que der, “se não der pau, dá casqueira”, mas assim não pode ser. Mas como na 2ª Parte o (1º) Juiz da Partida escorregou e estatelou-se por duas vezes no chão (e viu que afinal doía) e aí já decidiu interromper a partida, dada a pressão de uma das equipas intervenientes no jogo. Tal já vinha ocorrendo desde o intervalo, visto já estarem em desvantagem na partida e depois com o avolumar do resultado a pressão exercida começou a subir, até que este não foi forte ao ponto de a suportar e daí resolveu ceder e interromper o jogo e consequentemente decidir sobre o seu adiamento.
Mas o pior ainda estava para vir, é que os regulamentos nestas situações são claríssimos: em casos com este, joga-se um novo encontro MAS APENAS O TEMPO QUE FICOU POR JOGAR (neste caso 6’ e 49’’) E COM O RESULTADO EM QUE SE ENCONTRAVA A PARTIDA AQUANDO DA SUA INTERRUPCÃO (4-1 favorável à equipa da casa, o GCU).
Só que por mais incrível que pareça nada disto aconteceu, nada disto se respeitou, mas a explicação deve ficar a cargo do Organismo Responsável pela aplicação das Leis e Regulamentos e de quem tutela esta Competição. Eu, assim como muitas mais pessoas, ainda não conseguimos perceber absolutamente nada do que se passou
Dado este acontecimento e todo este aparato, os atletas do GCU sentiam-se tão injustiçados. E com razão pois estavam a gozar com a cara deles e com todo o trabalho realizado no 1º jogo, o tal que foi interrompido.
1ª Parte
Aos 3’, o Capitão “Nesgas” quase marca.
Aos 7’, Ricardo remata ao lado.
Aos 11’, remate de Diogo, também ao lado.
Aos 15’, Quim quase marca, vale a defesa de André.
Aos 18’, Carlos José tem que se aplicar a remate de Joel.
2ª Parte
Aos 21’, tal como na 1ª Parte, foi o Capitão “Nesgas” a criar a primeira oportunidade de golo, mas o seu remate é encaixado por Carlos José.
Aos 22’, Zézito remata e o g. r. Bruno Pinho é obrigado a usar o corpo para evitar o golo.
Aos 23’, Ricardo remata em jeito, a bola descreve um arco e vai caprichosamente raspar da parte de fora do poste esquerdo da baliza de Bruno.
Aos 24’, Sebastião tira a bola de cima da linha de golo, era um golo certo. Valeu a prontidão e destreza do nº 9 arouquense a evitar o golo.
Aos 25’, Carlos José defende um remate perigoso de Valter. No mesmo minuto o g. r. Bruno Pinho vê-se atrapalhado com Ricardo que foi sempre uma seta apontada à sua baliza.
Aos 26’, fotocópia do minuto anterior, Ricardo e mais uma vez Bruno Pinho a soco.
Aos 27’, Sebastião remata forte, Bruno Pinho defende para canto.
Aos 30’, Ricardo de livre leva a bola a embater na trave.
Aos 31’, “Wonderkid” a chegar atrasado a um cruzamento e a falhar a emenda por escassos segundos e milímetros.
Aos 32’, Ricardo, mais uma vez, remata ao lado do poste.
Aos 33’, claramente contra a corrente do jogo, o Oliveirense por intermédio de Álvaro faz o 0-1, num lance em que o g. r. Carlos José estava no chão lesionado. Como o(s) árbitro(s) não interrompeu(eram) o jogo e no seguimento da jogada, com a baliza à sua mercê, totalmente desprotegida, foi só chutar lá para dentro.
Aos 34’, Simão remata, Bruno Pinho mais uma vez defende.
Aos 35’, numa jogada de ataque do Oliveirense, o nosso guardião Carlos José, que esteve muito interventivo e destemido durante todo o jogo, numa das suas saídas corajosas, a fim de evitar o golo, soca a bola mas não evita o choque duro e frontal com um opositor. E cai desprotegido no chão, perdendo os sentidos por breves instantes. Depois começou logo de pronto a se mexer e a recuperar os movimentos do seu corpo. Os BVA foram chamados de pronto pela funcionária do Pavilhão, estes mal chegaram acomodaram-no e transportaram-no primeiro para o Centro de Saúde de Arouca e mais tarde para o Hospital S. Sebastião, em Santa Maria da Feira, onde lhe foi prestado todo o apoio necessário a fim de comprovar o seu estado e despistar possíveis sequelas do choque e queda sofrida. O que se confirmou, afinal estava tudo bem com o atleta, foi apenas um susto, ele no dia seguinte já estava fazendo a sua vida completamente normal. É assim a vida de um Campeão que faz com que a equipa do GCU seja a 5ª defesa menos batida do seu Campeonato, com menos golos sofridos que algumas equipas que estão posicionadas à sua frente na Tabela Classificativa, o que é obra. Os meus sinceros Parabéns. Carlos continua a dignificar a equipa do GCU, pois estás a fazer um belíssimo trabalho e uma excelente época.
Aos 37’, Sebastião na conversão de um livre directo faz o 1-1. Restabelecida a igualdade, já mais do que merecida.
Aos 38’, Johny faz mais um remate perigoso, Bruno Pinho mais uma vez a valer à equipa de Oliveira de Azeméis. No mesmo minuto Zézito “Wonderkid” remata ao poste da baliza da Oliveirense. Um verdadeiro “Wonderkid”, esteve incansável no ataque do GCU fazendo jus à sua alcunha e à sua qualidade.
Aos 39’, o GCU tem uma boa iniciativa ofensiva. Sebastião conduz o esférico, passa para Ricardo, este dá para Quim que efectua o remate, a bola bate num poste e Zézito “Wonderkid” muito lesto, mais rápido do que tudo e do que todos a atirar para o fundo das redes. Era o 2-1, sofrido mas totalmente merecido, pelo que o GCU fez ao longo de toda a partida era justíssimo.
Foi um jogo muito emocionante e impróprio para cardíacos. O resultado só peca por escasso, dado o domínio avassalador da equipa arouquense durante todo o jogo, que venceu contra tudo e contra todos. Só espero é que o jogo não venha a ser repetido, pois alguns dos jogadores do GCU cometeram a asneira de molhar o cabelo durante o intervalo. Agora estamos todos a aguardar no caso de aparecer alguma decisão sobre uma possível repetição, não sermos apanhados desprevenidos.
Lamentavelmente o líder da equipa do Oliveirense proferiu umas palavras infelizes aquando do 1º jogo, quando este se preparava para ser interrompido e adiado ao dizer “nós assim não jogamos nestas condições, vocês também querem ganhar a todo o custo e de qualquer maneira”. Quanto a isso só tenho a dizer umas coisas, se o arrependimento matasse… e se a vergonha fosse algo que se pudesse ver, ele cavaria um buraco para se lá meter e esconder. É que muitas vezes a justiça tarda, mas chega. Os cães ladram mas a caravana passa. É lamentável este tipo de comportamentos que nada dignificam o espectáculo futebolístico e em nada contribuem para a formação dos jovens que o praticam, pois é um péssimo exemplo. E ainda para mais tinha logo de ter este sobrenome, não há condições, é que não é qualquer um que tem categoria para o envergar e assinar.
Mas falando de coisas importantes, foi a 4ª Vitória do GCU nos últimos 6 jogos, já se pode ver o Futebol praticado pela equipa do GCU. É que além de vistoso, bonito, alegre e cativo, é muito agradável de se ver. Já transparece o trabalho que foi feito neste quase meio ano de treinos e preparações. Penso que estamos todos de Parabéns, membros da equipa e massa associativa: Um bem-haja a todos.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Comentário ao Jogo da 14ª Jornada - Por Rui Garrido
G. C. Urrô 1–3 AA ISPAB
GC Urrô: Carlos José (g. r.), Tonito, Simão, Vítor Soares, Simão e Sebastião.
Jogaram ainda: Quim (Cap.) (1), Zézito “Wonderkid”e Ricardo.
Treinador: Paulo Brandão.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Tonito (17’) e Ricardo (30’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
AA ISPAB: Bruno Silva (g. r.), Bruno Santos, “Vitinho” (3), Miguel “Sapo” e “Danny” (Cap.)
Jogaram ainda: Pedro (g. r.), Tiago, Soares, Marco, “Bifes”, Vítor Silva e Vasco.
Treinador: Bruno Neves.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Marco (21’), “Vitinho” (37’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
Equipa de Arbitragem: José Neves (1º Árbitro)
José Bastos (2º Árbitro)
Rui Costa (3º Árbitro / Cronometrista)
Ao Intervalo: 1-0
Jogo no passado dia 26 de Janeiro, Sábado, pelas 18h, no Pavilhão Gimnodesportivo de Arouca.
GC Urrô: Carlos José (g. r.), Tonito, Simão, Vítor Soares, Simão e Sebastião.
Jogaram ainda: Quim (Cap.) (1), Zézito “Wonderkid”e Ricardo.
Treinador: Paulo Brandão.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Tonito (17’) e Ricardo (30’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
AA ISPAB: Bruno Silva (g. r.), Bruno Santos, “Vitinho” (3), Miguel “Sapo” e “Danny” (Cap.)
Jogaram ainda: Pedro (g. r.), Tiago, Soares, Marco, “Bifes”, Vítor Silva e Vasco.
Treinador: Bruno Neves.
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Marco (21’), “Vitinho” (37’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
Equipa de Arbitragem: José Neves (1º Árbitro)
José Bastos (2º Árbitro)
Rui Costa (3º Árbitro / Cronometrista)
Ao Intervalo: 1-0
Jogo no passado dia 26 de Janeiro, Sábado, pelas 18h, no Pavilhão Gimnodesportivo de Arouca.
1ª Parte
E começou assim a 2ª Volta deste Campeonato. Na 1ª Volta, em Paços de Brandão tinha-se registado um empate a 5 bolas. Agora era em solo arouquense e o GCU queria pois levar a melhor, embora soubesse de antemão que iria ser um jogo difícil.
Logo no 1º minuto do jogo, a equipa da AA ISPAB envia a bola ao poste esquerdo da baliza de Carlos José.
Aos 3’, jogada de entendimento entre Sebastião e Tonito com este último a rematar, mas Bruno Silva defende seguro e lança de pronto o contra-ataque em que “Vitinho” conseguiu levar a melhor sobre os seus adversários que lhe apareceram pela frente e faz assim o golo inaugural, 0-1.
Aos 7’, remate cruzado muito perigoso de Tonito, no entanto o esférico sai ao lado.
Aos 9’, Ricardo também executa um remate forte mas este também sai ao lado.
Aos 12’, Sebastião passa para Quim e este remata na passada, a bola sai rente ao poste.
Aos 14’, Ricardo remata a bola e esta encaminha-se para o fundo da baliza mas esbarra no penúltimo defesa indo para canto.
Aos 18’, Soares dá um ar da sua graça e mostra que afinal a AA ISPAB ainda está a jogar, visto o avalanche ofensivo do GCU que originou a que a equipa de Paços de Brandão fosse desaparecendo logo após o golo alcançado. Andou cerca de 15 minutos à deriva, totalmente a leste. Intervalo.
2ª Parte
Aos 22’, Ricardo envia a bola ao ferro da baliza de Bruno Silva. Talvez fosse o presságio para algo que estava na eminência de acontecer.
Aos 24’, Zézito “WonderKid” remata, a bola é defendida, Zézito remata novamente, a bola vai ao poste e o Capitão Quim a aproveitar bem o ressalto e a entrar mesmo com a bola pela baliza dentro. Era o 1-1, restabelecida a igualdade.
Aos 25’, Carlos José em defesa apertada desvia para canto.
Aos 26’, remate ao poste da baliza de Carlos José.
Aos 27’, Zézito “Wonderkid” remata rente ao poste.
Aos 28’, “Vitinho” contra a corrente do jogo faz o 2º golo para o ISPAB assim como também o 2º da sua conta pessoal, bisando na partida. 1-2 para o ISPAB.
Aos 29’, Simão por duas vezes remata cruzado mas não conseguiu o golo.
Aos 34’, Carlos José com uma palmada afasta a bola para canto.
Aos 35’, Ricardo a tentar mais uma vez a sua sorte, Bruno Silva defende.
Aos 39’ e quando o GCU ainda tentava chegar ao empate, procurando um golo para relançar o jogo, eis que o homem do jogo resolve aparecer novamente em cena e fazer das suas, ampliando a vantagem para os homens de Paços de Brandão. “Vitinho”, quem mais poderia ser? A fazer o seu “hat-trick” e assumir por completo as despesas do jogo. marcando todos os golos da equipa de terras de Santa Maria da Feira na sua visita a Arouca, 1-3.
Pouco tempo depois o jogo terminaria, embora ainda houvesse tempo para o GCU fazer 3 remates perigosos à baliza mas inglórios. Fim do jogo.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Comentário ao Jogo da 13ª Jornada - Por Rui Garrido
G. C. Urrô 5–2 A3
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GC Urrô: Carlos José (g. r.), Tonito (1), Simão (1), Sebastião (1), e Quim (Cap.).
Jogaram ainda: Vítor Soares, N. Costa, Toninho, Johny, Zézito e Ricardo (1).
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Treinador: Paulo Brandão.
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Tonito (38’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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A3: Rui Pedro Gonçalves (g. r.), Jorge Bastos (“Gito”), Paulo Cerqueira (1 p. b.) (1), Nuno Costa e António Sérgio.
Jogaram ainda: Ricardo Costa (1), Jorge Freitas, Rui Pedro Aguiar e “M.A.S.O.”.
Suplentes não utilizados: Tiago Cruz (g. r.), João Veiga e Hélder Ramiro (Cap.).
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Treinador: Zé Miguel Gonçalves.
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Nada a registar.
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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Equipa de Arbitragem: Wilson Soares (1º Árbitro)
Ângela Maria (2º Árbitro)
Rui Teixeira (3º Árbitro / Cronometrista)
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Ao Intervalo: 1-0
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Jogo no passado dia 19 de Janeiro, Sábado, pelas 18h, no Pavilhão Gimnodesportivo de Arouca.
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1ª Parte
Este era um jogo há muito aguardado, desde fins de Setembro ’07, aquando do Sorteio do Calendário deste Campeonato da 2ª Divisão Distrital de Futsal de Aveiro – Zona Norte. É que todos ansiavam por esta partida e quis o destino que tal acontecesse só na última jornada. A última jornada da 1ª Volta em casa do GC Urrô e a última da 2ª Volta, ou seja, do Campeonato em casa da A3, pois isso até seria importante não fosse a casa a mesma, o recinto partilhado por ambos os Clubes Arouquenses, o Pavilhão Gimnodesportivo e Municipal que tem um papel idêntico ao do Estádio Giuseppe Meazza em Itália, mais conhecido como San Siro em que serve de palco caseiro aos clubes de Milão (o AC Milan e o FC Internazional vulgarmente chamado de Inter de Milão).
O único receio era o de que essa enorme ansiedade se repercutisse no jogo e enfraquecesse assim o espectáculo, mas longe disso, pois Arouca tem duas formações muito maduras, profissionais e capazes de encarar os seus desafios, quem teve a sorte e o prazer de assistir ao jogo, pôde constatar isso, não o estou a dizer pelo simples facto de estar ligado às duas, por ser Dirigente Associativo de ambas.
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Aos 3’, Simão remata ao lado.
Aos 5’, Tonito também remata ao lado.
No minuto seguinte, “Gito” imita os seus colegas Arouquenses mas adversários nessa tarde.
Aos 11’, Rui Pedro Gonçalves teve de se aplicar pela 1ª vez mais a fundo, desviando a bola para canto.
Aos 14’, Johny remata com perigo rente ao poste.
Aos 16’, Sebastião isola-se e frente ao seu ex-colega e antigo guarda-redes do GC Urrô (06/07) remata forte mas a classe de Rui impediu que este seu vizinho fizesse o 1º golo da tarde.
O que viria a acontecer ao minuto 18’ e desta vez nem o Rui conseguiu valer à A3. Numa jogada de insistência do GC Urrô, Rui defende para Canto. Desse canto superiormente marcado pelo Capitão Quim, a bola que saiu forte do seu pé, dirigiu-se para a frente da baliza. PAULO CERQUEIRA (a. g.) sempre muito activo ao longo de todo o jogo tentou proteger a sua baliza só que a sorte foi madrasta e a bola depois de embater no seu corpo foi-se anichar na baliza, com o g. r. a olhar apático, nem queria acreditar. Cerqueira desolado, nem queria pensar no lance infeliz em que estava inevitavelmente envolvido, estava mesmo em maré de azar. 1-0 para a equipa que mais e melhor tentava chegar ao golo, verdade que teve a sorte do seu lado neste lance mas também para se ter sorte é preciso saber procurá-la e o GCU soube-o fazer. Intervalo.
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2ª Parte
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Na 2ª Parte a A3 tentou correr atrás do prejuízo mas quando tentava tomar as rédeas do jogo, deixou-se bater novamente, nem lance de bola parada e do meio da rua.
Aos 22’, Cerqueira tentou redimir-se mas encontrou pela frente um Carlos José implacável que quer defendia por completo, quer sacuda para canto as bolas que chegavam à sua baliza.
Aos 25’, TONITO de livre do meio da rua manda uma das suas bombas teleguiadas que só parou no fundo da baliza de Rui, remate colocadíssimo junto ao poste, 2-0.
No minuto seguinte António Sérgio remata e Carlos José mais uma vez nega-lhe o golo.
Aos 28’, RICARDO em jogada individual faz o 3-0 depois de ter ultrapassado um adversário e frente ao Rui desfere um remate fora do alcance deste.
Aos 30’, SEBASTIÃO faz o 4-0 depois de Toninho ter insistido por várias vezes mas sem êxito, a bola a sobrar para o “todo-o-terreno” e este a não desperdiçar e a ampliar a vantagem. Era um resultado pesado e um pouco injusto mas que premiava a qualidade defensiva do GCU assim como o seu poder de eficácia.
No minuto seguinte, Carlos José faz duas intervenções de alto nível, em duas jogadas distintas. Parece que se adivinha algo.
Aos 32’, Freitas (não o Freitas do GCU – Ricardo, mas sim o da A3 – Jorge) remata e só os pés de Carlos José evita o golo.
Golo que chega ao minuto 33’, por intermédio de RICARDO COSTA num remate de fora da área, 4-1.
No minuto seguinte, 34’, PAULO CERQUEIRA faz o 4-2.
Aos 35’, Sebastião remata mas Rui vai lá só com uma mão e numa sapatada envia a bola para canto.
Aos 36’, Sebastião quase bisa.
Aos 37’, este mesmo jogador, inconformado, a tentar novamente o golo. O filme repetia-se, Rui levava novamente a melhor.
Aos 38’, SIMÃO insiste, insiste, insiste e não desiste. Só descansa mesmo quando coloca a bola dentro da baliza de Rui, era o 5-2 e também a machadada final nas contas do jogo.
Aos 39’, Cerqueira do meio da rua, mesmo em cima da linha de meio-campo desfere um remate portentoso e a bola vai embater violentamente num dos postes à guarda de Carlos José.
Aos 40’, Nuno Costa no último cartucho remata ao lado da baliza de Carlos José. Termina a partida.
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Excelente partida esta que se disputou entre as formações das terras de Santa Mafalda. Ambas estão de parabéns pelo que fizeram e pelo que não fizeram. Souberam sempre se comportar. Jogaram muito bem, com muito Fair-Play, com uma vontade extrema, com alegria e motivação pois ambas as equipas estavam a jogar em sua casa, diante do seu público. Tudo correu às mil maravilhas, os lances muito bem disputados, fora um ou outro que foi feito com mais rispidez e intensidade, mas tudo fruto de uma vontade e pressa em recuperar o esférico ao adversário. Viu-se aqui que muitas vezes quem está de fora gosta de apimentar e de aquecer o ambiente, dizendo mentiras e barbaridades, como por exemplo que as equipas não se davam bem e que o jogo ainda ia acabar mal. Pois a esses tanto a brisa que se fazia sentir cá fora como o ar em movimento que se fazia sentir lá dentro do Pavilhão foi de encontro a eles como uma enorme bofetada. As duas equipas deram uma lição desportiva (de futebol e de fair-play) e cívica e estão por isso todos de parabéns: Dirigentes, Técnicos, Jogadores e todo o Público afecto às duas equipas. Por falar em Público, aqui vai uma palavra para ele que pela 1ª vez encheu o Pavilhão Municipal num jogo de Futsal. Pena é que tal situação só se tenha verificado num encontro entre ambas as Formações Arouquenses. AROUCA merece mais vezes esta maravilhosa moldura humana, o ambiente é agradável, o local também o é, além disso é gratuito e faz bem à saúde divertir-se, descontrair e assistir a algo do género: desporto, juventude e convívio.
Já que estou a falar de ambiente e de público, gostaria de referir o seguinte, é que antes do jogo começar, fiquei desde logo com a certeza de que tudo iria correr muitíssimo bem, pois soube de um gesto muito nobre e dignificante. É que a A3 costuma ter na bancada a Claque dos “Ultra Arouca” a torcer por eles. Só que como este jogo era com o GC Urrô e por serem ambos os Clubes da nossa terra, o Paulo Renato Gomes (carinhosamente apelidado de “Tortas”) decidiu não apoiar a A3 alegando o facto de serem ambas de cá, e por isso ele como habitante de Arouca e pelo pessoal de Arouca, logo não apoiou nenhuma. Sim senhor, é assim mesmo Paulo Renato, grande atitude e gesto e ainda há quem diga que as Claques só existem para desvirtuar o espectáculo e para arranjarem problemas. Só que nem todas são assim, agora que há mal comportadas, lá isso há, toda a gente sabe disso. Ainda bem que em Arouca a mentalidade dos jovens é outra. Bem Paulo, como sabes já te transmiti isso no Sábado, mas mais uma vez aqui deixo o meu muito obrigado, há que dignificar e nunca denegrir.
Para finalizar apenas quero dizer que tal como o Paulo Renato, este foi um jogo muito agradável mas ao mesmo tempo muito estranho e confuso, ele não sabia quem apoiar, eram ambas de Arouca, era impossível saírem ambas de ali com a Vitória, para uma vencer, a outra obviamente teria de perder, existam amigos de ambos os lados, era no mínimo difícil. Ora não foi só o Paulo Renato que se viu nesta situação, é que para mim foi exactamente isso que se passou também. Foi complicado até porque de um lado estava o Rui Garrido – Chefe dos Departamento de Comunicação e Imagem (Marketing, Publicidade e Relações Públicas) vestido a rigor como sempre faço, com fato-de-treino do GCU, caneta na mão, Caderno de Apontamentos e máquina Fotográfica para cuidar dos lances mais importantes do jogo. Mas do outro estava também o Rui Garrido – Secretário da Direcção da A3 (exercendo funções já no 2º Mandato, sendo no 1º Mandato Presidente da Mesa da Assembleia Geral também na Direcção já chefiado pelo meu grande colega e amigo Luís “Rita”) e de Cachecol da A3 e que quando a necessidade assim me obriga lá ando trajado.
Pois muito bem, eu como elemento ligado a ambas as Associações, na Categoria de Dirigente Associativo (na A3 em funções de carácter geral, enquanto que no GCU, funções de carácter desportivo, não confundir) gostei do jogo que vi, bati palmas nos lances bonitos da partida mas nunca de forma muito exuberante, mas claro que estava a torcer pelo GCU, no qual exerço funções na equipa de Futsal, pois foi aquela que me fez o convite primeiro, o qual aceitei de imediato dado as amizades que lá tinha e continuo a ter (inclusive ex-colegas de turma, de mais de 15 anos atrás). Só passado sensivelmente, dois, três meses é que o Luís conseguiu ir para a frente na criação da Equipa de Futsal da A3 e a construiu, diga-se em tempo recorde, fruto do seu empenho e dedicação com que ele sempre trabalha em tudo aquilo em que se mete.
Também curioso e engraçado é um facto que eu aqui vou referir: O treinador do GCU é natural de Rôssas (o Paulo) e é praticamente vizinho do Presidente da A3 (o Luís). Já o Treinador da A3 é natural de Urrô (Zé Miguel) e é praticamente vizinho do Presidente do GCU (Tony), como se pode ver são tudo jovens aqui do meio, muito perto uns dos outros e sobretudo amigos, bons amigos.
E este jogo fica assim para a história como sendo o PRIMEIRÍSSIMO jogo inter-muros de Futsal do nosso lindo Concelho de Arouca, o 1º DERBY OFICIAL DE FUTSAL entre duas equipas das terras da Rainha Santa Mafalda (AROUCA). Sem dúvida, este momento vai ficar para a posteridade, resta-nos agora esperar ansiosamente pelo jogo da 2ª Volta.
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GC Urrô: Carlos José (g. r.), Tonito (1), Simão (1), Sebastião (1), e Quim (Cap.).
Jogaram ainda: Vítor Soares, N. Costa, Toninho, Johny, Zézito e Ricardo (1).
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Treinador: Paulo Brandão.
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Tonito (38’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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A3: Rui Pedro Gonçalves (g. r.), Jorge Bastos (“Gito”), Paulo Cerqueira (1 p. b.) (1), Nuno Costa e António Sérgio.
Jogaram ainda: Ricardo Costa (1), Jorge Freitas, Rui Pedro Aguiar e “M.A.S.O.”.
Suplentes não utilizados: Tiago Cruz (g. r.), João Veiga e Hélder Ramiro (Cap.).
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Treinador: Zé Miguel Gonçalves.
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Nada a registar.
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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Equipa de Arbitragem: Wilson Soares (1º Árbitro)
Ângela Maria (2º Árbitro)
Rui Teixeira (3º Árbitro / Cronometrista)
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Ao Intervalo: 1-0
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Jogo no passado dia 19 de Janeiro, Sábado, pelas 18h, no Pavilhão Gimnodesportivo de Arouca.
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1ª Parte
Este era um jogo há muito aguardado, desde fins de Setembro ’07, aquando do Sorteio do Calendário deste Campeonato da 2ª Divisão Distrital de Futsal de Aveiro – Zona Norte. É que todos ansiavam por esta partida e quis o destino que tal acontecesse só na última jornada. A última jornada da 1ª Volta em casa do GC Urrô e a última da 2ª Volta, ou seja, do Campeonato em casa da A3, pois isso até seria importante não fosse a casa a mesma, o recinto partilhado por ambos os Clubes Arouquenses, o Pavilhão Gimnodesportivo e Municipal que tem um papel idêntico ao do Estádio Giuseppe Meazza em Itália, mais conhecido como San Siro em que serve de palco caseiro aos clubes de Milão (o AC Milan e o FC Internazional vulgarmente chamado de Inter de Milão).
O único receio era o de que essa enorme ansiedade se repercutisse no jogo e enfraquecesse assim o espectáculo, mas longe disso, pois Arouca tem duas formações muito maduras, profissionais e capazes de encarar os seus desafios, quem teve a sorte e o prazer de assistir ao jogo, pôde constatar isso, não o estou a dizer pelo simples facto de estar ligado às duas, por ser Dirigente Associativo de ambas.
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Aos 3’, Simão remata ao lado.
Aos 5’, Tonito também remata ao lado.
No minuto seguinte, “Gito” imita os seus colegas Arouquenses mas adversários nessa tarde.
Aos 11’, Rui Pedro Gonçalves teve de se aplicar pela 1ª vez mais a fundo, desviando a bola para canto.
Aos 14’, Johny remata com perigo rente ao poste.
Aos 16’, Sebastião isola-se e frente ao seu ex-colega e antigo guarda-redes do GC Urrô (06/07) remata forte mas a classe de Rui impediu que este seu vizinho fizesse o 1º golo da tarde.
O que viria a acontecer ao minuto 18’ e desta vez nem o Rui conseguiu valer à A3. Numa jogada de insistência do GC Urrô, Rui defende para Canto. Desse canto superiormente marcado pelo Capitão Quim, a bola que saiu forte do seu pé, dirigiu-se para a frente da baliza. PAULO CERQUEIRA (a. g.) sempre muito activo ao longo de todo o jogo tentou proteger a sua baliza só que a sorte foi madrasta e a bola depois de embater no seu corpo foi-se anichar na baliza, com o g. r. a olhar apático, nem queria acreditar. Cerqueira desolado, nem queria pensar no lance infeliz em que estava inevitavelmente envolvido, estava mesmo em maré de azar. 1-0 para a equipa que mais e melhor tentava chegar ao golo, verdade que teve a sorte do seu lado neste lance mas também para se ter sorte é preciso saber procurá-la e o GCU soube-o fazer. Intervalo.
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2ª Parte
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Na 2ª Parte a A3 tentou correr atrás do prejuízo mas quando tentava tomar as rédeas do jogo, deixou-se bater novamente, nem lance de bola parada e do meio da rua.
Aos 22’, Cerqueira tentou redimir-se mas encontrou pela frente um Carlos José implacável que quer defendia por completo, quer sacuda para canto as bolas que chegavam à sua baliza.
Aos 25’, TONITO de livre do meio da rua manda uma das suas bombas teleguiadas que só parou no fundo da baliza de Rui, remate colocadíssimo junto ao poste, 2-0.
No minuto seguinte António Sérgio remata e Carlos José mais uma vez nega-lhe o golo.
Aos 28’, RICARDO em jogada individual faz o 3-0 depois de ter ultrapassado um adversário e frente ao Rui desfere um remate fora do alcance deste.
Aos 30’, SEBASTIÃO faz o 4-0 depois de Toninho ter insistido por várias vezes mas sem êxito, a bola a sobrar para o “todo-o-terreno” e este a não desperdiçar e a ampliar a vantagem. Era um resultado pesado e um pouco injusto mas que premiava a qualidade defensiva do GCU assim como o seu poder de eficácia.
No minuto seguinte, Carlos José faz duas intervenções de alto nível, em duas jogadas distintas. Parece que se adivinha algo.
Aos 32’, Freitas (não o Freitas do GCU – Ricardo, mas sim o da A3 – Jorge) remata e só os pés de Carlos José evita o golo.
Golo que chega ao minuto 33’, por intermédio de RICARDO COSTA num remate de fora da área, 4-1.
No minuto seguinte, 34’, PAULO CERQUEIRA faz o 4-2.
Aos 35’, Sebastião remata mas Rui vai lá só com uma mão e numa sapatada envia a bola para canto.
Aos 36’, Sebastião quase bisa.
Aos 37’, este mesmo jogador, inconformado, a tentar novamente o golo. O filme repetia-se, Rui levava novamente a melhor.
Aos 38’, SIMÃO insiste, insiste, insiste e não desiste. Só descansa mesmo quando coloca a bola dentro da baliza de Rui, era o 5-2 e também a machadada final nas contas do jogo.
Aos 39’, Cerqueira do meio da rua, mesmo em cima da linha de meio-campo desfere um remate portentoso e a bola vai embater violentamente num dos postes à guarda de Carlos José.
Aos 40’, Nuno Costa no último cartucho remata ao lado da baliza de Carlos José. Termina a partida.
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Excelente partida esta que se disputou entre as formações das terras de Santa Mafalda. Ambas estão de parabéns pelo que fizeram e pelo que não fizeram. Souberam sempre se comportar. Jogaram muito bem, com muito Fair-Play, com uma vontade extrema, com alegria e motivação pois ambas as equipas estavam a jogar em sua casa, diante do seu público. Tudo correu às mil maravilhas, os lances muito bem disputados, fora um ou outro que foi feito com mais rispidez e intensidade, mas tudo fruto de uma vontade e pressa em recuperar o esférico ao adversário. Viu-se aqui que muitas vezes quem está de fora gosta de apimentar e de aquecer o ambiente, dizendo mentiras e barbaridades, como por exemplo que as equipas não se davam bem e que o jogo ainda ia acabar mal. Pois a esses tanto a brisa que se fazia sentir cá fora como o ar em movimento que se fazia sentir lá dentro do Pavilhão foi de encontro a eles como uma enorme bofetada. As duas equipas deram uma lição desportiva (de futebol e de fair-play) e cívica e estão por isso todos de parabéns: Dirigentes, Técnicos, Jogadores e todo o Público afecto às duas equipas. Por falar em Público, aqui vai uma palavra para ele que pela 1ª vez encheu o Pavilhão Municipal num jogo de Futsal. Pena é que tal situação só se tenha verificado num encontro entre ambas as Formações Arouquenses. AROUCA merece mais vezes esta maravilhosa moldura humana, o ambiente é agradável, o local também o é, além disso é gratuito e faz bem à saúde divertir-se, descontrair e assistir a algo do género: desporto, juventude e convívio.
Já que estou a falar de ambiente e de público, gostaria de referir o seguinte, é que antes do jogo começar, fiquei desde logo com a certeza de que tudo iria correr muitíssimo bem, pois soube de um gesto muito nobre e dignificante. É que a A3 costuma ter na bancada a Claque dos “Ultra Arouca” a torcer por eles. Só que como este jogo era com o GC Urrô e por serem ambos os Clubes da nossa terra, o Paulo Renato Gomes (carinhosamente apelidado de “Tortas”) decidiu não apoiar a A3 alegando o facto de serem ambas de cá, e por isso ele como habitante de Arouca e pelo pessoal de Arouca, logo não apoiou nenhuma. Sim senhor, é assim mesmo Paulo Renato, grande atitude e gesto e ainda há quem diga que as Claques só existem para desvirtuar o espectáculo e para arranjarem problemas. Só que nem todas são assim, agora que há mal comportadas, lá isso há, toda a gente sabe disso. Ainda bem que em Arouca a mentalidade dos jovens é outra. Bem Paulo, como sabes já te transmiti isso no Sábado, mas mais uma vez aqui deixo o meu muito obrigado, há que dignificar e nunca denegrir.
Para finalizar apenas quero dizer que tal como o Paulo Renato, este foi um jogo muito agradável mas ao mesmo tempo muito estranho e confuso, ele não sabia quem apoiar, eram ambas de Arouca, era impossível saírem ambas de ali com a Vitória, para uma vencer, a outra obviamente teria de perder, existam amigos de ambos os lados, era no mínimo difícil. Ora não foi só o Paulo Renato que se viu nesta situação, é que para mim foi exactamente isso que se passou também. Foi complicado até porque de um lado estava o Rui Garrido – Chefe dos Departamento de Comunicação e Imagem (Marketing, Publicidade e Relações Públicas) vestido a rigor como sempre faço, com fato-de-treino do GCU, caneta na mão, Caderno de Apontamentos e máquina Fotográfica para cuidar dos lances mais importantes do jogo. Mas do outro estava também o Rui Garrido – Secretário da Direcção da A3 (exercendo funções já no 2º Mandato, sendo no 1º Mandato Presidente da Mesa da Assembleia Geral também na Direcção já chefiado pelo meu grande colega e amigo Luís “Rita”) e de Cachecol da A3 e que quando a necessidade assim me obriga lá ando trajado.
Pois muito bem, eu como elemento ligado a ambas as Associações, na Categoria de Dirigente Associativo (na A3 em funções de carácter geral, enquanto que no GCU, funções de carácter desportivo, não confundir) gostei do jogo que vi, bati palmas nos lances bonitos da partida mas nunca de forma muito exuberante, mas claro que estava a torcer pelo GCU, no qual exerço funções na equipa de Futsal, pois foi aquela que me fez o convite primeiro, o qual aceitei de imediato dado as amizades que lá tinha e continuo a ter (inclusive ex-colegas de turma, de mais de 15 anos atrás). Só passado sensivelmente, dois, três meses é que o Luís conseguiu ir para a frente na criação da Equipa de Futsal da A3 e a construiu, diga-se em tempo recorde, fruto do seu empenho e dedicação com que ele sempre trabalha em tudo aquilo em que se mete.
Também curioso e engraçado é um facto que eu aqui vou referir: O treinador do GCU é natural de Rôssas (o Paulo) e é praticamente vizinho do Presidente da A3 (o Luís). Já o Treinador da A3 é natural de Urrô (Zé Miguel) e é praticamente vizinho do Presidente do GCU (Tony), como se pode ver são tudo jovens aqui do meio, muito perto uns dos outros e sobretudo amigos, bons amigos.
E este jogo fica assim para a história como sendo o PRIMEIRÍSSIMO jogo inter-muros de Futsal do nosso lindo Concelho de Arouca, o 1º DERBY OFICIAL DE FUTSAL entre duas equipas das terras da Rainha Santa Mafalda (AROUCA). Sem dúvida, este momento vai ficar para a posteridade, resta-nos agora esperar ansiosamente pelo jogo da 2ª Volta.
Comentário ao Jogo da 12ª Jornada - Por Rui Garrido
G. R. C. Dínamo Sanjoanense 4–3 G.C. Urrô
G. R. C. Dínamo Sanjoanense: Ricardo (g. r.), “Andorinha”, Zé António (Cap.) (1), Pedro (1) e Jorge (1).
Jogaram ainda: “Iguita” (g. r.), Hélder, Alexandre, Marco “Lobo”, Calado, Flávio e “Cadete” (1).
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Treinador: Miguel Costa.
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Pedro (40’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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GC Urrô: Carlos José (g. r.), Simão, Sebastião (1) e Quim (Cap.) (1) e Zézito (1).
Jogaram ainda: Vítor Soares, Toninho, N. Costa e Johny.
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Treinador: Paulo Brandão.
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Zézito (34’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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Equipa de Arbitragem: Paulo Pinho (1º Árbitro)
Nuno Silva (2º Árbitro)
Paulo Silva (3º Árbitro / Cronometrista)
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Ao Intervalo: 1-2
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Jogo no passado dia 12 de Janeiro, Sábado, pelas 18h, no magnífico Pavilhão das Travessas, na Cidade de S. João da Madeira.
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1ª Parte
Este era sem dúvida alguma um jogo muito aguardado. De um lado estava o 1º Classificado e a jogar junto do seu público afecto. Do outro o GC Urrô, uma equipa humilde, teoricamente com menos valor se olharmos à Tabela Classificativa e que começou muito mal este Campeonato mas que aos poucos está a mostrar a sua qualidade e ameaça intrometer-se na 1ª metade da Tabela Classificativa, já que nos últimos jogos tem dado cartas, (nas últimas 3 partidas soma por vitórias esse mesmo número), com um Futebol muito atractivo e vistoso.
Ambas as equipas entraram balanceadas para o ataque, no entanto tanto o esquema de jogo (táctica), como a técnica era muito semelhante, o que equilibrou sempre as contas. As equipas criaram imensas oportunidades mas não conseguiram penetrar na área adversária, devido à solidez de ambas as defensivas.
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Aos 6’, a primeira jogada realmente de perigo, o Capitão Quim envia a bola ao poste da baliza de Ricardo.
Aos 9’, Carlos José é chamado pela primeira vez a aplicar-se verdadeiramente, não vacilou a um remate de Jorge. Mas neste mesmo minuto e noutro lance com os mesmos intervenientes JORGE tentou a sua sorte e desta vez conseguiu levar a melhor, inaugurando o marcador, rematou e a bola tocou nas pernas de um jogador mudando de trajectória, 1-0 para o G. R. C. Dínamo Sanjoanense.
Aos 11’, Toninho desmarca-se bem mas remata ao lado.
No minuto seguinte, Alexandre em lance acrobático quase marca.
Aos 16’, Quim faz um bom remate, no entanto, Ricardo bem posicionado, não tem dificuldades em agarrar.
Aos 17’ e 18’, o Dínamo Sanjoanense, em ambas ocasiões por intermédio de Marco “Lobo” a criar muito perigo, valeu a atenção de Carlos José.
Mas a 2’ do fim do 1º Tempo (ainda no minuto 18’) Quim na passada remata cruzado e colocado sem hipótese, 1-1. Reposta a igualdade no Municipal das Travessas.
Aos 19’, Johny na cara do g. r. remata mas Ricardo a estirar-se e a desviar a bola para canto. Ainda no mesmo minuto, uma jogada simplesmente fenomenal e fantástica iniciada por Sebastião em sucessivas tabelas com Zézito, tudo muito rápido e ao primeiro toque trocando as voltas aos atletas da formação de S. João da Madeira, e o ‘WonderKid’ a fazer jus à sua alcunha e com muita frieza a não perdoar e mais um golo para a sua conta pessoal, o que já começa a ser um número significativo. 1-2, reviravolta consumada ao cair do pano no fecho do 1º acto. Intervalo
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2ª Parte
Tal como acabou a 1ª Parte começou a 2ª, ou seja, com o GCU a atacar e a fazer as despesas do jogo.
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Aos 24’, Quim de primeira quase surpreende Ricardo. No mesmo minuto Johny segue-lhe as pisadas.
Aos 25’, Carlos José nega o golo à formação da casa com mais uma belíssima intervenção. Carlos José que segura a bola, levanta-se e lança um contra-ataque rapidíssimo com Johny e Sebastião, que mais uma vez em sucessivas tabelas partem a louça laborense toda e com este último a fazer o 1-3. Um golo já há muito merecido para o Camisa 9 do Urrô.
Só que no mesmo minuto (25’) e poucos segundos depois da bola ter ido ao meio-campo, Pedro já corria de alegria a festejar o 2-3, aproveitando a distracção de todos, inclusive de Carlos José que ainda saboreavam a obtenção do 3º golo e com a equipa em contrapé foi tudo muito mais fácil. Este foi sem dúvida o momento do jogo, sendo fulcral para ditar aquilo que se viria a passar pois acalentou uma possível reacção do Dínamo que (aproveitando o seu nome) sentiu-se dinamizado.
Aos 27’ Carlos José muito perto da linha de golo impede a bola de entrar na sua baliza.
Aos 30’, o Capitão Zé António faz a igualdade, com a bola a tabelar num jogador do GCU e a sobrar para ele que isolado em frente a Carlos José e com a baliza completamente à sua mercê, faz o 3-3. Voltava tudo de novo ao início, à chamada ‘estaca zero’ e tudo podia ainda acontecer nos últimos 10’ de jogo que ainda restavam-se jogar.
Aos 38’, Toninho remata forte e colocado mas Ricardo mais uma vez leva a melhor e consegue suster o seu remate.
No minuto seguinte (39’) e num lance de insistência da Formação de S. João da Madeira, depois da bola ter ressaltado por várias vezes acaba por bater entre a barriga e as mãos de “Cadete” que atabalhoadamente consegue introduzir o esférico nas redes da baliza à guarda de Carlos José, para grande felicidade de “Cadete” e de toda a equipa Sanjoanense, 4-3.
Foi a estocada final, um tiro no melro quando este ainda voava bem alto, é que um golo naquele momento foi um ponto final nas aspirações do GCU que tentava e teimava em chegar à vitória.
Ainda ao cair do pano, no último fulgor, o GCU a queimar o seu último cartucho: na última jogada do desafio, Toninho de cabeça bate fraco para Ricardo ir buscar o esférico só com uma mão. Término da partida.
Para o GCU este jogo foi como uma vitória, é certo que o resultado (quanto a mim enganador) não traz alegrias assim como pelo que fizeram os jogadores não podem estar contentes com a derrota, mas… quem viu o jogo sabe perfeitamente do que falo, é que durante o jogo todo quem não conhecesse as equipas nem as cores dos seus equipamentos, não sabia identificar as equipas só pelo seu futebol praticado nem quem é que era a equipa que estava melhor classificada, haveria certamente muita gente pois que pensaria, embora erradamente, que a Equipa Verde do GCU seria aquela que estaria na frente. É que ir jogar a casa do líder da forma arrojada com que o GCU foi, sem ter medo de nada nem de ninguém, concentrando-se apenas em jogar o seu jogo e espalhar o perfume do seu Futebol. Assumir o comando e as despesas do jogo e tudo de cabeça erguida, levantada, deixando os da casa (atletas e assistência) simplesmente mudos até ao minuto 39’.
De uma coisa tenho a certeza, quem saiu de casa na noite fria do dia 12 para ir assistir a uma partida de Futsal no Magnífico Pavilhão das Travessas, (o mesmo onde em 2003 a equipa profissional de Futsal do SL Benfica efectuou o estágio de pré-época. E em que a equipa encarnada ficou simplesmente maravilhada com as condições de treino, num Pavilhão que foi palco de alguns jogos do então na altura Mundial de Andebol, que se realizou em Portugal. É que este Pavilhão é "só" o pavilhão com maior capacidade, logo depois do Pavilhão Atlântico em Lisboa. É verdadeiramente grandioso, com um pavilhão central de enorme qualidade e com mais vários, espantoso!, 4 pavilhões total com dimensões regulamentares. Ou seja, um mega-pavilhão ultra moderno que é ainda composto por uma sala de musculação, uma sala de conferência de imprensa, um posto médico, uma sala dos desportos de combate, uma secretaria, algumas salas de apoio, quatro balneários, cinco arrecadações e tem capacidade para 6.000 espectadores. No seu interior existem 4 campos / recintos de jogo. De forma a preparar o Pavilhão Municipal das Travessas para receber os jogos do Mundial de Andebol em 2003, a Câmara Municipal de S. João da Madeira procedeu a adaptações e melhoramentos neste equipamento desportivo que se tornou num espaço mais agradável e funcional, como o público e os desportistas sanjoanenses, mas não só, têm tido a oportunidade de comprovar diariamente. Este Pavilhão foi o Palco escolhido para acolher a equipa do SLB nos jogos do UEFA FUTSAL CUP.) ficou agradado com aquilo que viu e com o Futebol praticado, num excelente jogo cheio de emoção até final e com 40’ de Futebol atractivo e não de anti-jogo ou de “deixa mas é o tempo passar”.
Eu desde o início prometi que nunca me iria referir à Arbitragem, mas vou mesmo ter de ser obrigado a faltar à palavra e a quebrar o prometido, é que esta equipa liderada pelo Sr. Paulo Pinho tirou-me do sério. Numa escala de 1 a 5, não merece nem 5, nem 4, nem 3, nem 2, nem sequer 1, merece apenas a nota 10. Sim porque foi simplesmente soberbo, nunca tinha assistido a uma arbitragem assim como esta: perfeita, isenta e sem erros. Quando assim é, parece tudo mais fácil, até parece que ensinava os jogadores a jogarem: apitava só quando necessário, estava sempre bem posicionado, muito atento e comunicativo (dialogando com os jogadores e chamando-lhes à atenção para os seus comportamentos e possíveis sanções), explícito (explicava aos jogadores o que tinham feito mal e/ou aquilo que não era permitido), muito simpático (sempre atencioso e receptivo aos jogadores), simplificou tudo ao máximo num jogo em que a adrenalina esteve sempre em alta. Apenas exibiu por duas ocasiões o Cartão Amarelo e em ambas não lhe deixaram outra alternativa, sim senhor, muito bem mostrado. Assim vale a pena ver Futebol e estar ligado ao Futebol, Parabéns para o Sr. Paulo Pinho assim como para os seus Auxiliares.
Só foi pena foi o resultado ser injusto, mas só ganha quem marca e aí não há nada a dizer, o Dínamo Sanjoanense fê-lo mais vezes e como o Futebol tem destas coisas, nem sempre é justo.
Parabéns Dínamo Sanjoanense. Parabéns GCU pela excelente réplica dada na terra do labor.
G. R. C. Dínamo Sanjoanense: Ricardo (g. r.), “Andorinha”, Zé António (Cap.) (1), Pedro (1) e Jorge (1).
Jogaram ainda: “Iguita” (g. r.), Hélder, Alexandre, Marco “Lobo”, Calado, Flávio e “Cadete” (1).
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Treinador: Miguel Costa.
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Pedro (40’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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GC Urrô: Carlos José (g. r.), Simão, Sebastião (1) e Quim (Cap.) (1) e Zézito (1).
Jogaram ainda: Vítor Soares, Toninho, N. Costa e Johny.
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Treinador: Paulo Brandão.
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Zézito (34’).
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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Equipa de Arbitragem: Paulo Pinho (1º Árbitro)
Nuno Silva (2º Árbitro)
Paulo Silva (3º Árbitro / Cronometrista)
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Ao Intervalo: 1-2
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Jogo no passado dia 12 de Janeiro, Sábado, pelas 18h, no magnífico Pavilhão das Travessas, na Cidade de S. João da Madeira.
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1ª Parte
Este era sem dúvida alguma um jogo muito aguardado. De um lado estava o 1º Classificado e a jogar junto do seu público afecto. Do outro o GC Urrô, uma equipa humilde, teoricamente com menos valor se olharmos à Tabela Classificativa e que começou muito mal este Campeonato mas que aos poucos está a mostrar a sua qualidade e ameaça intrometer-se na 1ª metade da Tabela Classificativa, já que nos últimos jogos tem dado cartas, (nas últimas 3 partidas soma por vitórias esse mesmo número), com um Futebol muito atractivo e vistoso.
Ambas as equipas entraram balanceadas para o ataque, no entanto tanto o esquema de jogo (táctica), como a técnica era muito semelhante, o que equilibrou sempre as contas. As equipas criaram imensas oportunidades mas não conseguiram penetrar na área adversária, devido à solidez de ambas as defensivas.
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Aos 6’, a primeira jogada realmente de perigo, o Capitão Quim envia a bola ao poste da baliza de Ricardo.
Aos 9’, Carlos José é chamado pela primeira vez a aplicar-se verdadeiramente, não vacilou a um remate de Jorge. Mas neste mesmo minuto e noutro lance com os mesmos intervenientes JORGE tentou a sua sorte e desta vez conseguiu levar a melhor, inaugurando o marcador, rematou e a bola tocou nas pernas de um jogador mudando de trajectória, 1-0 para o G. R. C. Dínamo Sanjoanense.
Aos 11’, Toninho desmarca-se bem mas remata ao lado.
No minuto seguinte, Alexandre em lance acrobático quase marca.
Aos 16’, Quim faz um bom remate, no entanto, Ricardo bem posicionado, não tem dificuldades em agarrar.
Aos 17’ e 18’, o Dínamo Sanjoanense, em ambas ocasiões por intermédio de Marco “Lobo” a criar muito perigo, valeu a atenção de Carlos José.
Mas a 2’ do fim do 1º Tempo (ainda no minuto 18’) Quim na passada remata cruzado e colocado sem hipótese, 1-1. Reposta a igualdade no Municipal das Travessas.
Aos 19’, Johny na cara do g. r. remata mas Ricardo a estirar-se e a desviar a bola para canto. Ainda no mesmo minuto, uma jogada simplesmente fenomenal e fantástica iniciada por Sebastião em sucessivas tabelas com Zézito, tudo muito rápido e ao primeiro toque trocando as voltas aos atletas da formação de S. João da Madeira, e o ‘WonderKid’ a fazer jus à sua alcunha e com muita frieza a não perdoar e mais um golo para a sua conta pessoal, o que já começa a ser um número significativo. 1-2, reviravolta consumada ao cair do pano no fecho do 1º acto. Intervalo
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2ª Parte
Tal como acabou a 1ª Parte começou a 2ª, ou seja, com o GCU a atacar e a fazer as despesas do jogo.
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Aos 24’, Quim de primeira quase surpreende Ricardo. No mesmo minuto Johny segue-lhe as pisadas.
Aos 25’, Carlos José nega o golo à formação da casa com mais uma belíssima intervenção. Carlos José que segura a bola, levanta-se e lança um contra-ataque rapidíssimo com Johny e Sebastião, que mais uma vez em sucessivas tabelas partem a louça laborense toda e com este último a fazer o 1-3. Um golo já há muito merecido para o Camisa 9 do Urrô.
Só que no mesmo minuto (25’) e poucos segundos depois da bola ter ido ao meio-campo, Pedro já corria de alegria a festejar o 2-3, aproveitando a distracção de todos, inclusive de Carlos José que ainda saboreavam a obtenção do 3º golo e com a equipa em contrapé foi tudo muito mais fácil. Este foi sem dúvida o momento do jogo, sendo fulcral para ditar aquilo que se viria a passar pois acalentou uma possível reacção do Dínamo que (aproveitando o seu nome) sentiu-se dinamizado.
Aos 27’ Carlos José muito perto da linha de golo impede a bola de entrar na sua baliza.
Aos 30’, o Capitão Zé António faz a igualdade, com a bola a tabelar num jogador do GCU e a sobrar para ele que isolado em frente a Carlos José e com a baliza completamente à sua mercê, faz o 3-3. Voltava tudo de novo ao início, à chamada ‘estaca zero’ e tudo podia ainda acontecer nos últimos 10’ de jogo que ainda restavam-se jogar.
Aos 38’, Toninho remata forte e colocado mas Ricardo mais uma vez leva a melhor e consegue suster o seu remate.
No minuto seguinte (39’) e num lance de insistência da Formação de S. João da Madeira, depois da bola ter ressaltado por várias vezes acaba por bater entre a barriga e as mãos de “Cadete” que atabalhoadamente consegue introduzir o esférico nas redes da baliza à guarda de Carlos José, para grande felicidade de “Cadete” e de toda a equipa Sanjoanense, 4-3.
Foi a estocada final, um tiro no melro quando este ainda voava bem alto, é que um golo naquele momento foi um ponto final nas aspirações do GCU que tentava e teimava em chegar à vitória.
Ainda ao cair do pano, no último fulgor, o GCU a queimar o seu último cartucho: na última jogada do desafio, Toninho de cabeça bate fraco para Ricardo ir buscar o esférico só com uma mão. Término da partida.
Para o GCU este jogo foi como uma vitória, é certo que o resultado (quanto a mim enganador) não traz alegrias assim como pelo que fizeram os jogadores não podem estar contentes com a derrota, mas… quem viu o jogo sabe perfeitamente do que falo, é que durante o jogo todo quem não conhecesse as equipas nem as cores dos seus equipamentos, não sabia identificar as equipas só pelo seu futebol praticado nem quem é que era a equipa que estava melhor classificada, haveria certamente muita gente pois que pensaria, embora erradamente, que a Equipa Verde do GCU seria aquela que estaria na frente. É que ir jogar a casa do líder da forma arrojada com que o GCU foi, sem ter medo de nada nem de ninguém, concentrando-se apenas em jogar o seu jogo e espalhar o perfume do seu Futebol. Assumir o comando e as despesas do jogo e tudo de cabeça erguida, levantada, deixando os da casa (atletas e assistência) simplesmente mudos até ao minuto 39’.
De uma coisa tenho a certeza, quem saiu de casa na noite fria do dia 12 para ir assistir a uma partida de Futsal no Magnífico Pavilhão das Travessas, (o mesmo onde em 2003 a equipa profissional de Futsal do SL Benfica efectuou o estágio de pré-época. E em que a equipa encarnada ficou simplesmente maravilhada com as condições de treino, num Pavilhão que foi palco de alguns jogos do então na altura Mundial de Andebol, que se realizou em Portugal. É que este Pavilhão é "só" o pavilhão com maior capacidade, logo depois do Pavilhão Atlântico em Lisboa. É verdadeiramente grandioso, com um pavilhão central de enorme qualidade e com mais vários, espantoso!, 4 pavilhões total com dimensões regulamentares. Ou seja, um mega-pavilhão ultra moderno que é ainda composto por uma sala de musculação, uma sala de conferência de imprensa, um posto médico, uma sala dos desportos de combate, uma secretaria, algumas salas de apoio, quatro balneários, cinco arrecadações e tem capacidade para 6.000 espectadores. No seu interior existem 4 campos / recintos de jogo. De forma a preparar o Pavilhão Municipal das Travessas para receber os jogos do Mundial de Andebol em 2003, a Câmara Municipal de S. João da Madeira procedeu a adaptações e melhoramentos neste equipamento desportivo que se tornou num espaço mais agradável e funcional, como o público e os desportistas sanjoanenses, mas não só, têm tido a oportunidade de comprovar diariamente. Este Pavilhão foi o Palco escolhido para acolher a equipa do SLB nos jogos do UEFA FUTSAL CUP.) ficou agradado com aquilo que viu e com o Futebol praticado, num excelente jogo cheio de emoção até final e com 40’ de Futebol atractivo e não de anti-jogo ou de “deixa mas é o tempo passar”.
Eu desde o início prometi que nunca me iria referir à Arbitragem, mas vou mesmo ter de ser obrigado a faltar à palavra e a quebrar o prometido, é que esta equipa liderada pelo Sr. Paulo Pinho tirou-me do sério. Numa escala de 1 a 5, não merece nem 5, nem 4, nem 3, nem 2, nem sequer 1, merece apenas a nota 10. Sim porque foi simplesmente soberbo, nunca tinha assistido a uma arbitragem assim como esta: perfeita, isenta e sem erros. Quando assim é, parece tudo mais fácil, até parece que ensinava os jogadores a jogarem: apitava só quando necessário, estava sempre bem posicionado, muito atento e comunicativo (dialogando com os jogadores e chamando-lhes à atenção para os seus comportamentos e possíveis sanções), explícito (explicava aos jogadores o que tinham feito mal e/ou aquilo que não era permitido), muito simpático (sempre atencioso e receptivo aos jogadores), simplificou tudo ao máximo num jogo em que a adrenalina esteve sempre em alta. Apenas exibiu por duas ocasiões o Cartão Amarelo e em ambas não lhe deixaram outra alternativa, sim senhor, muito bem mostrado. Assim vale a pena ver Futebol e estar ligado ao Futebol, Parabéns para o Sr. Paulo Pinho assim como para os seus Auxiliares.
Só foi pena foi o resultado ser injusto, mas só ganha quem marca e aí não há nada a dizer, o Dínamo Sanjoanense fê-lo mais vezes e como o Futebol tem destas coisas, nem sempre é justo.
Parabéns Dínamo Sanjoanense. Parabéns GCU pela excelente réplica dada na terra do labor.
Comentário ao Jogo da 11ª Jornada - Por Rui Garrido
G. C. Urrô 4–1 Oliveirense Futsal B *
GC Urrô: Carlos José (g. r.), Simão, Sebastião (2), Quim (Cap.) e Ricardo (2).
Jogaram ainda: Vítor Soares, Tono, N. Costa, e Zézito (1).
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Treinador: Paulo Brandão.
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Nada a registar.
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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Oliveirense FC B: André (g. r.), “Pico”, Marcelo, Valter (1), Diogo e Joaquim.
Jogaram ainda: Bruno Pinho (g. r.), Álvaro, “Nesgas”, Ruben, Miguel e Joel.
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Treinador: Jorge Garrido
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Nada a registar.
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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Equipa de Arbitragem: Jaime Campos (1º Árbitro)
Luís Costa (2º Árbitro)
Rui Capela (3º Árbitro / Cronometrista)
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Ao Intervalo: 2-0
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* Jogo interrompido quando se faltava jogar apenas 6m 49s, devido ao piso escorregadio
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Jogo no passado dia 05 de Janeiro, Sábado, pelas 18h, no Pavilhão Gimnodesportivo de Arouca.
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1ª Parte
O GCU vinha de duas Vitórias, em ambos os jogos haviam marcado 5 golos, ou seja, no total fizera o gosto ao pé por 10 vezes. Fizera também grandes exibições. Este era portanto um jogo muito importante, a correr bem seria a 3ª Vitória consecutiva numa equipa que praticamente até ao fim do ano de 2007 nunca tinha alcançado qualquer Vitória (a 1ª só aconteceu a 15 de Dezembro) e depois nos 3 jogos seguintes atingir o pleno seria obra!
Um tempo muito húmido, com uma taxa de humidade relativa muito alta, tudo molhado lá fora, o ar muito pesado e húmido! O mesmo acontecendo dentro do Pavilhão e tal não era muito famoso e benéfico para que o jogo se desenrolasse da melhor maneira, pois isso originava a que o piso se encontrasse menos seguro, mais escorregadio e muito enganador, é que podia trair alguns dos seus intervenientes a qualquer altura e quando menos esperassem. É que num ápice se passava da posição vertical para a horizontal, a queda era eminente.
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Logo no primeiro minuto o Capitão Quim coloca à prova o g. r. André, este mostra segurança.
Aos 2’, Carlos José também é posto à prova, também sem dificuldades.
Aos 4’, Simão faz o 1-0. Vantagem para o GCU.
Aos 11’, remate de Ricardo e o g. r. André a ter de defender com um dos seus pés, quase era o 2º golo, não faltou muito.
Aos 15’, remate de Zézito para defesa de André. No mesmo minuto o filme repete-se, desta vez o seu protagonista era o seu colega Sebastião.
Aos 17’, Carlos José defende uma bomba.
Aos 18’, Carlos José é obrigado a efectuar um voo.
Aos 19’, Carlos José defende uma bola e lança rapidamente o contra-ataque, passa para Vítor Soares, este por sua vez coloca a bola nos pés de Ricardo que faz uma abertura soberba na diagonal, que passe magistral para Zézito rematar cruzado na passada, “WonderKid” a escrever o seu nome na listados marcadores deste jogo: Uma jogada destas põe qualquer um louco, que lindo, até parece fácil, 2-0. Intervalo.
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2ª Parte
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Aos 21’, Carlos José já era chamado a efectuar uma defesa.
Aos 23’, Ricardo recebe a bola e remata para o fundo da baliza, 3-0.
Aos 26’, Sebastião quase marca, muito perto do golo mesmo…
Aos 29’, Valter faz o tento de honra para a equipa de Oliveira de Azeméis, 3-1.
Aos 30’, remate de Simão ao lado do poste direito da baliza à guarda de André.
Aos 32’, Sebastião num bom movimento faz o 4-1.
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A sensivelmente 7 minutos do final da partida, quando no Cronómetro marcava 6m49s, tempo em contagem decrescente é claro, o 1º Árbitro decidiu interromper a partida de forma permanente, terminando assim o jogo alegando falta de condições para a sua continuação e conclusão. O piso demasiadamente escorregadio levou-o a tomar esta decisão polémica, sim porque é assim que se pode classificar, polémica no mínimo.
É que desde o início que o Pavilhão se encontrava naquele estado, não foi por estarem lá a jogar durante um hora que ele ia ficar assim, desde o início que ele estava húmido porque com este clima o piso ressoa e torna-se húmido e muito perigoso. O árbitro não tinha olhinhos? Ele caiu uma vez na 1ª Parte e outra na 2ª. Ou foi por ter estas quedas ou então não sei o que se passou para ele ter este tipo de decisão quanto a mim totalmente errada e estapafúrdia, sem pés nem cabeça. Isso foi brincar com os atletas, gozar com a cara deles. E o pior ainda estava para vir, é que os regulamentos para este tipo de situação são bem explícitos e dizem-se que devem-se jogar só o tempo em falta. Só que o que na verdade vai acontecer é que se vai ter de realizar o jogo por inteiro, completo, os 40’, e não só e apenas os 6’ e 49’’ em falta. Assim lá se vai o resultado também, quer dizer os jogadores andaram-se a esforçar e a cansar para nada? Para trerem de começar tudo da estaca-zero em vez de começar dos 4-1. É que isto não cabe na cabeça de ninguém. Alguém me saberá exolicar o porquê de takl decisão? Parece-me que não!
Mas também não faz mal, nós não vamos lutar contra o tal sistema. Se estava 4-1, agora não vamos jogar para 4-1, mas no mínimo para uns 8-2.
O jogo de reposição ou de repetição, como lhe queiram chamar, será no dia 02 de Fevereiro pelas 18h no Pavilhão Gimnodesportivoi de Arouca, não faltes, vem apoiar a equipa da tua terra.
GC Urrô: Carlos José (g. r.), Simão, Sebastião (2), Quim (Cap.) e Ricardo (2).
Jogaram ainda: Vítor Soares, Tono, N. Costa, e Zézito (1).
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Treinador: Paulo Brandão.
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Nada a registar.
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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Oliveirense FC B: André (g. r.), “Pico”, Marcelo, Valter (1), Diogo e Joaquim.
Jogaram ainda: Bruno Pinho (g. r.), Álvaro, “Nesgas”, Ruben, Miguel e Joel.
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Treinador: Jorge Garrido
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Acção Disciplinar: Cartões Amarelos: Nada a registar.
Cartões Vermelhos: Nada a registar.
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Equipa de Arbitragem: Jaime Campos (1º Árbitro)
Luís Costa (2º Árbitro)
Rui Capela (3º Árbitro / Cronometrista)
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Ao Intervalo: 2-0
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* Jogo interrompido quando se faltava jogar apenas 6m 49s, devido ao piso escorregadio
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Jogo no passado dia 05 de Janeiro, Sábado, pelas 18h, no Pavilhão Gimnodesportivo de Arouca.
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1ª Parte
O GCU vinha de duas Vitórias, em ambos os jogos haviam marcado 5 golos, ou seja, no total fizera o gosto ao pé por 10 vezes. Fizera também grandes exibições. Este era portanto um jogo muito importante, a correr bem seria a 3ª Vitória consecutiva numa equipa que praticamente até ao fim do ano de 2007 nunca tinha alcançado qualquer Vitória (a 1ª só aconteceu a 15 de Dezembro) e depois nos 3 jogos seguintes atingir o pleno seria obra!
Um tempo muito húmido, com uma taxa de humidade relativa muito alta, tudo molhado lá fora, o ar muito pesado e húmido! O mesmo acontecendo dentro do Pavilhão e tal não era muito famoso e benéfico para que o jogo se desenrolasse da melhor maneira, pois isso originava a que o piso se encontrasse menos seguro, mais escorregadio e muito enganador, é que podia trair alguns dos seus intervenientes a qualquer altura e quando menos esperassem. É que num ápice se passava da posição vertical para a horizontal, a queda era eminente.
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Logo no primeiro minuto o Capitão Quim coloca à prova o g. r. André, este mostra segurança.
Aos 2’, Carlos José também é posto à prova, também sem dificuldades.
Aos 4’, Simão faz o 1-0. Vantagem para o GCU.
Aos 11’, remate de Ricardo e o g. r. André a ter de defender com um dos seus pés, quase era o 2º golo, não faltou muito.
Aos 15’, remate de Zézito para defesa de André. No mesmo minuto o filme repete-se, desta vez o seu protagonista era o seu colega Sebastião.
Aos 17’, Carlos José defende uma bomba.
Aos 18’, Carlos José é obrigado a efectuar um voo.
Aos 19’, Carlos José defende uma bola e lança rapidamente o contra-ataque, passa para Vítor Soares, este por sua vez coloca a bola nos pés de Ricardo que faz uma abertura soberba na diagonal, que passe magistral para Zézito rematar cruzado na passada, “WonderKid” a escrever o seu nome na listados marcadores deste jogo: Uma jogada destas põe qualquer um louco, que lindo, até parece fácil, 2-0. Intervalo.
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2ª Parte
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Aos 21’, Carlos José já era chamado a efectuar uma defesa.
Aos 23’, Ricardo recebe a bola e remata para o fundo da baliza, 3-0.
Aos 26’, Sebastião quase marca, muito perto do golo mesmo…
Aos 29’, Valter faz o tento de honra para a equipa de Oliveira de Azeméis, 3-1.
Aos 30’, remate de Simão ao lado do poste direito da baliza à guarda de André.
Aos 32’, Sebastião num bom movimento faz o 4-1.
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A sensivelmente 7 minutos do final da partida, quando no Cronómetro marcava 6m49s, tempo em contagem decrescente é claro, o 1º Árbitro decidiu interromper a partida de forma permanente, terminando assim o jogo alegando falta de condições para a sua continuação e conclusão. O piso demasiadamente escorregadio levou-o a tomar esta decisão polémica, sim porque é assim que se pode classificar, polémica no mínimo.
É que desde o início que o Pavilhão se encontrava naquele estado, não foi por estarem lá a jogar durante um hora que ele ia ficar assim, desde o início que ele estava húmido porque com este clima o piso ressoa e torna-se húmido e muito perigoso. O árbitro não tinha olhinhos? Ele caiu uma vez na 1ª Parte e outra na 2ª. Ou foi por ter estas quedas ou então não sei o que se passou para ele ter este tipo de decisão quanto a mim totalmente errada e estapafúrdia, sem pés nem cabeça. Isso foi brincar com os atletas, gozar com a cara deles. E o pior ainda estava para vir, é que os regulamentos para este tipo de situação são bem explícitos e dizem-se que devem-se jogar só o tempo em falta. Só que o que na verdade vai acontecer é que se vai ter de realizar o jogo por inteiro, completo, os 40’, e não só e apenas os 6’ e 49’’ em falta. Assim lá se vai o resultado também, quer dizer os jogadores andaram-se a esforçar e a cansar para nada? Para trerem de começar tudo da estaca-zero em vez de começar dos 4-1. É que isto não cabe na cabeça de ninguém. Alguém me saberá exolicar o porquê de takl decisão? Parece-me que não!
Mas também não faz mal, nós não vamos lutar contra o tal sistema. Se estava 4-1, agora não vamos jogar para 4-1, mas no mínimo para uns 8-2.
O jogo de reposição ou de repetição, como lhe queiram chamar, será no dia 02 de Fevereiro pelas 18h no Pavilhão Gimnodesportivoi de Arouca, não faltes, vem apoiar a equipa da tua terra.
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